terça-feira, 10 de abril de 2012

Roger Agnelli






Roger Agnelli nasceu em São Paulo, tem 52 anos, casado sua esposa chama-se Andreia, com teve 2 filhos, João e Carolina, presidiu a Vale nos anos de 2001 a 2011.
Iniciou sua carreira de administrador no Banco Bradesco, em março de1981, como analista de investimentos, antes mesmo de se formar em economia. Destacou-se nessa organização por seu perfil de negociador agressivo e pela forma como se comunicava interna e externamente. A comunicação foi um importante diferencial, já que ele era uma das poucas pessoas que falavam inglês fluentemente. Isso possibilitou que desempenhasse importante papel no processo de internacionalização do mercado de capitais, tornando-se um funcionário vital no momento em que a integração mundial dos mercados financeiros já era uma realidade.
Por outro lado, Agnelli soube cultivar uma rede de relacionamentos interpessoais, além de aproximar-se de pessoas poderosas, entre os quais o presidente do Bradesco, Lázaro Brandão, conquistando sua admiração e proteção. Também sabia como trabalhar com as pessoas, e suas palavras eram capazes de influenciá-las, o que demonstrava desde logo sua vocação para a liderança. Por seu perfil de líder, qualidade e experiência, o executivo trilhou uma carreira de sucesso na instituição financeira. Aos 38 anos, Roger Agnelli tornou-se o mais jovem diretor executivo da história da organização. Enquanto subia na hierarquia do Bradesco, ia adquirindo uma visão global da organização e percebia como se dava a interação do banco com o governo, com os demais agentes financeiros e com os clientes. Em 2000, Agnelli chegou à presidência da Bradespar S/A, um dos cargos que acumulava quando chegou à presidência da Vale do Rio Doce.

Chegada à presidência da CVRD

Após a privatização da CVRD, a capacidade de negociação de Agnelli foi posta à prova. Havia grandes divergências entre Steinbruch, da CSN, e os demais administradores da CVRD quanto ao rumo estratégico do negócio. A situação tornava-se insustentável: era preciso solucionar rapidamente os impasses entre os sócios da organização, caso contrário, oportunidades de negócio seriam perdidas. Diferentemente de Steinbruch, Agnelli acreditava que a siderúrgica e a mineradora tinham prioridades distintas. A complexa negociação teve fim após um longo período de análises como os acionistas das duas companhias. O Bradespar S/A abriu mão de sua participação da CSN e Steinbruch desligou-se da CVRD em 2000. O executivo assumiu a presidência do Conselho da empresa em 2000 e passou a ser considerado o principal administrador da organização. Apenas em 2001, porém, Roger Agnelliassumiria o cargo de diretor-presidente da CVRD. Havia três altos executivos de outrasempresas cotados para assumir esse cargo; contudo, Agnelli surpreendeu o mercado e tomou adecisão de ocupar o cargo. Isso causou espanto, já que ele não era um especialista emmineração e nunca havia presidido uma empresa tão grande. Entretanto, todas as dúvidasmostraram-se descabidas quando Agnelli tomou suas primeiras medidas. Desde o final do processo de desligamento de Steinbruch, Agnelli vinha discutindo comoos acionistas da CVRD um plano estratégico de longo prazo que focasse as áreas de mineraçãoe logística. De acordo com o projeto, a empresa deveria concentrar as atividades na suaprincipal área de atuação, ou seja, na mineração.

A reestruturação da CVRD

Os planos traçados eram simples, e as metas deveriam ser cumpridas à risca. Segundoele, era importante que os objetivos estabelecidos fossem alcançados de acordo com asespecificações planejadas, o que demonstraria a seriedade e a competência da nova gestão. Uma das primeiras medidas de Agnelli foi à venda de negócios sem ligação com o setor demineração. De 2001 até a metade de 2005, 12 negócios sem ligações com a exploração mineralforam vendidos. A CVRD desvencilhou-se de ativos que não se enquadravam na visãoestratégica da organização, como papel, a celulose, a navegação, as florestas e os fertilizantes. Os 2,1 bilhões de dólares arrecadados foram investidos na compra de 12 empresas demineração, possibilitando a investida em outros metais, como o cobre, e a ampliação denegócios, como o manganês e o alumínio. A alocação desses recursos nesses setores específicos estava baseada na estratégia adotada pelo executivo de enfatizar os negócios deexploração mineral da empresa. Agnelli, desde os primeiros meses de sua gestão, buscou tornar a CVRD mais eficientee produtiva, agilizando os processos, intensificando a comunicação entre os setores e adotandouma estratégia simples o suficiente para que todos entendessem os objetivos organizacionais. Odiálogo entre Agnelli e sua cúpula de sete diretores executivos é constante para que sempre seaprimorem os negócios. Uma medida tomada pelo executivo foi reproduzir na Vale do Rio Doceo que já havia experimentado no Bradesco. Ele reuniu toda a diretoria em uma única sala nasede da empresa. Dessa forma, a agilidade na comunicação e na resolução de problemas seria maximizada. Outra aposta da administração de Agnelli foi à internacionalização das atividades daempresa para poder competir com as maiores mineradoras mundiais. Como uma das maioresmineradoras do mundo, não bastava a CVRD crescer no Brasil; era necessário expandir aomáximo seus negócios, a fim de globalizar e diversificar a produção. Defensor dessa política, oexecutivo, mais uma vez, mostrou sua vocação para as negociações com diversos paísesafricanos para fechar acordos de exploração. A África é um mercado produtor importante, emvirtude de suas reservas minerais, do seu baixo custo de exploração e da proximidade daEuropa. Atualmente, a organização está presente em 12 países e, entre outros negócios, exploracobre no Chile, potássio na Argentina e diamante e minério de ferro em Angola.

Os desafios de Agnelli na liderança da CVRD

Na empresa, Agnelli teve a oportunidade de mostrar um perfil empreendedor e um rarosenso de oportunidade, tornando a CVRD a maior empresa privada brasileira e uma das quemais crescem no país. Segundo ele, “todas as ações que resultem em crescimento do consumode nossos produtos e permitam uma proximidade cada vez maior com o cliente estão em linhacom o nosso planejamento estratégico”. Além disso, considera fundamental a ética nas suasatividades como administrador. De acordo com ele, é vital “uma visão de longo prazo, detransparência, de conduta, e de atitude”. Desde a privatização da empresa, Agnelli luta para modificar as características negativasherdadas dos tempos como estatal. Para isso, a elevação da produtividade é uma metaconstante em sua gestão, a fim de incentivar sempre os funcionários a agilizar processos. Estimulando a comunicação interna, o executivo almeja acelerar a rapidez da tomada dedecisões, garantindo respostas rápidas às oportunidades e problemas, o que é vital em um setor globalizado e competitivo como o da mineração. No entanto, apesar de ter acelerado osprocedimentos na CVRD, ele ainda centraliza muitas decisões da organização, um resquício dostempos de estatal. Agnelli personifica o sucesso da empresa. Frequentemente, é considerado o líder responsável pelos excelentes resultados da organização. Além disso, estando à frente damaioria das negociações no Brasil e no mundo, é visto como um símbolo por funcionários, por clientes e pela sociedade. Sua influência no mundo econômico e político conferem-lhe prestígioe poder, legitimando a sua liderança na CVRD. Além disso, sua dedicação ao trabalho é surpreendente, servindo de exemplo aos demais funcionários. Desde que o executivo assumiu a empresa, ela cresce a uma taxa média de 15% aoano. Seu valor de mercado é o maior entre empresas privadas latino-americanas e seu lucro.


O fim da lua de mel

O mês de maio de 2011 ficou marcado pelo desligamento do um dos grandes, senão o maior presidente da historia da Vale. O fator principal para a saída de Agnelli foi o desgaste que vinha tendo com o governo, pois na avaliação do Planalto, Agnelli comanda a empresa olhando apenas para os acionistas, sem pensar nos interesses do País. Dilma, a exemplo de seu antecessor, gostaria de ver a Vale investindo mais em siderúrgicas, e não apenas extraindo e exportando minério de ferro e outros minerais. A demissão em massa no auge da crise financeira e o congelamento de investimentos considerados prioritários pelo ex-presidente Lula foram apenas os primeiros capítulos.

Vida Nova

Desde sua rumorosa saída da presidência da Vale, em maio de 2011, Roger Agnelli viveu numa espécie de prazeroso autoexílio. Passou boa parte do ano fora do Brasil, com paradas na Itália, nos Estados Unidos e na África. Não falou com jornalistas. Não apareceu em muitas das solenidades para as quais foi convidado.
Um sinal claro de que esse retorno estava prestes a ocorrer foi dado em novembro, quando Roger participou de um almoço no restaurante Leopolldo, um dos principais pontos de encontro do empresariado de São Paulo.
Era uma mesa para quatro: o próprio Roger, o empresário Jair Ribeiro, sócio e presidente do banco Indusval&Partners, Alain Belda, ex-presidente mundial da Alcoa e principal executivo no Brasil da gestora americana de fundos de privateequityWarburgPincus, e o jovem advogado Fábio Spina, ex-diretor jurídico da Vale.
Naquela tarde, no Leopolldo, um lugar para ver e ser visto, o grupo discutiu, entre outras coisas, os detalhes da criação da AGN. A sigla — composta das três primeiras letras do sobrenome Agnelli — marca o renascimento de Roger Agnelli, agora como empresário. 
A AGN é o que os financistas chamam de investmentcompany. Investirá apenas o dinheiro dos sócios em empresas e projetos de áreas que Roger, após dez anos à frente de uma das maiores empresas de commodities do mundo, conhece como poucos: energia, mineração e logística, setores nos quais o Brasil tem potencial para ser protagonista global nos próximos anos.
Números que impressionam





segunda-feira, 12 de março de 2012





           O filme reproduz um conceito de administração de grande impacto e ofensivo. Miranda a gerente da revista exige um patrão de moda e qualidade total que passa por um valor de vida e pessoal.
        Pontos positivos desta administração é não aceitar o mediano, o que vale e o que o mercado exige, ou seja, criatividade, disposição para vestir a camisa da empresa.
         Pontos negativos a pressão sobre os funcionários que precisam estar em sintonia com a filosofia da empresa, dar respostas objetivas e na pressão para manter o que a empresa necessita no ato.
      O filme traz como contribuição para administração a necessidade de manter sempre atualizado, ficar antenado com o mercado, com os valores e conceitos da empresa, profissionalização e atualização de todo o pessoal, capacidade de negociação imediata em situação de crise e capacidade de gerir e atender as demandas de ultima hora e outros. 
        Para as empresas hoje o filme propõe a profissionalização, a previsibilidade de situação e limites e a condução de destes de maneira eficiente e atual.

quinta-feira, 1 de março de 2012



Sam Walton







Introdução:


Samuel Moore Walton (Kingfisher, 29 de março de 1918 – 5 de abril de 1992) foi o fundador da maior rede de varejo do mundo, a Wal-Mart, e de outra também entre as maiores, o Sam's Club. Ele é o patriarca da Família Walton, a família mais rica do mundo.:


História:


Quando fazemos uma lista dos principais empreendedores do mundo, é natural que venha em nossa mente, pessoas de sucesso como: Bill Gates, Steve Jobs, Silvio Santos e Ike Batista, etc. Mas posso dizer que seria um crime não incluir Sam Walton entre essas personalidades, ou seja, “Heróis do Empreendedorismo”, principalmente pelos seus grandes feitos que se mantem até hoje, cravados na história. Pesquisando sua vida, percebemos que desde a época de estudante Sam demostrava ser diferenciado, tanto que chegou a ser eleito o jovem mais versátil, tornando – se presidente do corpo estudantil, vindo a formar em economia no inicio dos anos 40.
Sua primeira experiência profissional foi como trainee em uma loja em Oklahoma, chamada Dupont, onde trabalhou durante aproximadamente 18 meses. Neste período Sam conheceu a sua futura esposa que viria a contribuir bastante em sua trajetória. Após o fim da 2º guerra mundial, Sam abriu o seu primeiro negocio, uma loja da franquia da cadeia de Bem-Frankilin, voltada para artigos mais baratos.
Apesar de ainda inexperiente no ramo, Walton persistiu em seguir em frente, enfrentar os desafios, tanto que sua grande inspiração veio de um concorrente, o dono de uma lojinha, do lado da rua. Em um relato mais detalhado, sua esposa comentou que seu marido vivia a observar o seu “rival” tentando extrair o que havia de melhor, naquela competição, ou seja, ele gostava de concorrência.
Aos poucos a loja foi se tornando um sucesso de vendas, pois a cada ano seu lucro aumentava, ao ponto de bater recordes e mais recordes, sendo considerada a loja mais rentável de todas as franquias. Contudo, apesar de ter tido mais acertos do que erros, a inexperiência inicial pesou, ao ponto de após 5 anos, o proprietário do imóvel não querer renovar o contrato por preço algum, visto que em uma das clausulas do contrato dava a preferencia ao dono.
Diante dessa situação, Sam se viu obrigado a mudar de ares, optando a viver e trabalhar em uma cidadezinha do interior do Arkansas, chamada Bentonville, onde lá lhe coube administrar uma pequena loja de variedades e de baixo volume de nome WALTON’ S 5 & 10. Neste período, Sam também observou a atuação dos concorrentes que comercializavam produtos de qualidade com baixo preço e davam ênfase no auto- serviço, que é adotado até os dias de hoje, pois consumidor tem liberdade de ver e testar e/ou experimentar a mercadoria que deseja.



Nascia uma lenda:



No inicio da década de 60, os Waltons abriram a sua primeira loja com o nome que viria a ficar marcado para sempre no mundo dos negócios, surgia o não muito famoso WAL-MART, que se destacava por vender de tudo um pouco com qualidade e preço baixo. Uma das curiosidades que merece destaque é que Sam fazia de tudo para reduzir gastos, visto que materiais de escritórios eram bem controlados ao ponto de serem utilizadas canetas recebidas de brinde de seus fornecedores. Essa que podemos chamar de cultura se estendia até a sua vida pessoal, haja vista que após ele ter conseguido alcançar uma grande fortuna, era possível vê-lo circular com a sua picape velha, com os para-choques amassados.

No inicio da década de 70 a empresa já possuía 32 lojas, porém a família Walton estava muito endividada, obrigando os a transformar a empresa em sociedade anônima, vendendo ações que no final geraram um lucro de aproximadamente U$$ 5 milhões, e ainda possuindo 62% das ações. Embora estivesse muito endividado esta quantia levantada foi suficiente para que as dividas fossem saldadas aos bancos, proporcionando assim a continuidade da sua politica de expansão, sendo que nos anos 90 foi considerada a rede numero 1 do mercado americano, o que motivou  a sua expansão internacional no ano seguinte, entrando de cabeça no México e Porto Rico, este ultimo lhe rendeu um lucro de vendas superiores a U$$ 1 Bilhão em uma semana.

  
Brasil:


O Walmart chegou ao Brasil em 1995 e vem crescendo desde então, oferecendo preços baixos e de forma sustentável e socialmente responsável. Hoje cobre todo o território nacional com o site de comércio eletrônico e esta presente com lojas e clubes em 18 Estados nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.


Morte:


Walton morreu domingo 05 de abril de 1992, de mieloma múltiplo, um tipo de câncer do sangue, em Little Rock, Arkansas. A notícia de sua morte foi transmitida via satélite para todas as 1.960 lojas do Wal-Mart. Depois da morte de Sam Walton, os executivos souberam adotar politicas que priorizaram a tecnologia, podendo prosseguir no processo de internacionalização do grupo. 
Ele deixou sua propriedade em Wal-Mart para sua esposa e seus filhos: Rob Walton sucedeu seu pai como presidente do conselho da Wal-Mart, e John Walton que foi diretor ate o ano de 2005, quando este sofreu um acidente de avião, vindo a falecer.


Regras para o sucesso:


REGRA Nº1: DEDIQUE-SE ao seu negócio. Acredite nele mais do que qualquer outra pessoa. Creio ter superado cada uma de minhas deficiências pessoais pela simples paixão pelo meu trabalho. Não sei se você nasceu com essa paixão, ou se pode aprendê-la. Mas sei que precisa dela. Se gostar do seu trabalho, você se dedicará a ele todos os dias, tentando fazê-lo da melhor maneira, e dentro em pouco todos à sua volta pegarão essa paixão de você como uma doença.


REGRA Nº2: DIVIDA os seus lucros com os seus colaboradores, e trate-os como sócios. Por sua vez, eles o tratarão como sócio, e juntos vocês terão um desempenho muito superior às maiores expectativas. Continue sendo uma empresa e conserve o controle se quiser, mas comporte-se como um líder numa sociedade. Estimule os seus colaboradores a terem participação na companhia. Ofereça ações com descontos e ofereça-as quando eles se aposentarem. Foi a melhor coisa que fizemos.


REGRA Nº3: MOTIVE seus colaboradores. Dinheiro e propriedade apenas não bastam. Constantemente, dia a dia, pense em maneiras novas e mais interessantes de motivar e desafiar os seus colaboradores. Fixe metas elevadas, estimule a competição, e registre o desempenho em pontos. Faça apostas com prêmios extravagantes. Se isso perder a novidade, faça combinações; promova a troca de funções entre gerentes para manter o desafio. Mantenha todos em suspense quanto à sua próxima ideia. Não se torne muito previsível.


REGRA Nº4: COMUNIQUE tudo o que for possível aos seus colaboradores. Quanto mais eles souberem, mais compreenderão. Quanto mais compreenderem, mais se interessarão. Quando se interessarem, não vão parar. Se você não confiar nos seus auxiliares e deixar que saibam o que está acontecendo, eles sentirão que você não os considera realmente como sócios. Informação é poder, e o ganho que você tem em dar poder aos seus colaboradores mais do que compensa o risco de que essas informações cheguem aos seus concorrentes.


REGRA N°5: APRECIE tudo o que seus colaboradores fizerem pelo negócio. O cheque de pagamento e a opção para a compra de ações compram um tipo de lealdade. Mas todos nós gostamos de saber o quanto alguém aprecia o que fazemos por eles. Gostamos de ouvir isso com frequência, em especial quando fizemos alguma coisa de que realmente nos orgulhamos. Nada substitui perfeitamente umas poucas palavras de elogio, bem escolhidas, sinceras e oportunas. Elas não custam absolutamente nada e valem uma fortuna.


REGRA Nº6: COMEMORE o seu sucesso. Veja com bom humor os seus fracassos. Não se leve muito a sério. Relaxe, e todos à sua volta relaxarão. Divirta-se. Mostre entusiasmo — sempre. Quando tudo mais falhar, ponha uma fantasia e cante uma canção boba. Faça com que todos cantem com você. Não dance a hulla em Wall Street, eu já fiz isso. Pense num número que seja seu. Tudo isso é mais importante, e mais engraçado, do que você pensa, e realmente engana a concorrência. “Por que vamos levar a sério aqueles malucos da Wal-Mart?”


REGRA Nº7: OUÇA todos em sua companhia. E imagine formas de fazer com que falem. As pessoas na linha de frente — as que falam com o cliente — são as únicas que realmente sabem o que está acontecendo ali. É melhor descobrir o que elas sabem. Qualidade total é isso. Para delegar responsabilidades em sua organização, e fazer com que boas ideias fermentem junto com as responsabilidades, você tem de ouvir o que os seus associados estão tentando dizer.


REGRA Nº8: SUPERE as expectativas dos seus clientes. Se o fizer, eles voltarão sempre. Dê-lhes o que querem — e um pouco mais. Faça-os sentir que você os aprecia. Procure aproveitar-se de todos os seus erros e não apresente justificativas — peça desculpas. Assuma tudo o que faz. As duas palavras mais importantes que já escrevi estavam naquela primeira tabuleta da Wal-Mart: “Satisfação Garantida”. Elas continuam ali, e fazem toda uma diferença.


REGRA Nº9: CONTROLE as suas despesas melhor do que a sua concorrência. É aí que você pode encontrar sempre a vantagem competitiva. Durante 25 anos de atividades — muito antes que a Wal-Mart fosse conhecida como a maior companhia de varejo do país — nós éramos os primeiros do ramo na menor proporção entre despesas e vendas. Você pode cometer muitos erros e recuperar-se, se tiver uma empresa eficiente. Ou pode ser bri¬lhante e fechar as portas, se for muito ineficiente.


REGRA Nº10: NADE contra a correnteza. Ande no caminho inverso. Não leve em conta a sabedoria convencional. Se todos estão fazendo de um jeito, há uma boa possibilidade de que você encontre o seu espaço se fizer exatamente o oposto. Mas esteja preparado para ser condenado por muita gente, que lhe dirá que está no caminho errado. Acho que em toda a minha vida o que ouvi com mais freqüência foi: uma cidade com menos de 50.000 habitantes não pode manter uma loja de ofertas por muito tempo


Frase de destaque:

“Compre barato, venda barato, mantenha as prateleiras bem sortidas, trate os clientes com respeito, valorize seus colaboradores e preste muita atenção aos acertos da concorrência”

Sam Walton